Gosto de exercício, do conceito de fazer, não tanto de me mexer. Mas como preciso de me manter ativo para não acabar numa cama, tenho procurado o espaço e o estilo que me motive mais que a sina de acabar a vida numa cadeira de rodas. Sim, porque esse destino mexe-me me tanto como eu me mexo. Pouco.
Tentei ginásios, vários, muitos. Demasiados, na verdade. Perto de casa, a caminho do trabalho. Até fora de mão. Com o entusiasmo natural de quem começa algo novo e com a rigidez de uma (...)
Há quem celebre anos de vida, anos de blog, e até outros anos, com uma letra diferente. Já eu, vou celebrar 2 anos de visitas periódicas à psicóloga. Ou terapia, como soar melhor. E mesmo quando acho que já não preciso, continua a fazer muito sentido. Dizem que é o ginásio da mente, não é?
Não sei como funciona essa referência. Não percebo de ginásios. Não vou. Não gosto. Especialmente por ter demasiada gente a suar para o chão. Nada contra se for a dois. Não sou de (...)
Não sou o típico humano que adora ofertas e coisas grátis. A maioria desses presentes não tem grande valor nem utilidade para a minha vida e, rejeitando-os, sinto-me a oferecer um presente ao ambiente, por recusar esse leve consumismo. Já tenho a gaveta cheia de amostras, para dar e vender, mas aceito sempre uma oferta quando quem “sofre” é o meu corpo.
Voltei ao ginásio onde treinei como nunca antes na minha vida adulta. E como presente de boas-vindas, há ofertas para (...)