As maiúsculas na palavra “arte” não têm duplo significado. É apenas uma referência à peça que vi no Teatro Maria Matos, que se escreve assim. Acho eu. Pelo menos no cartaz as letras são todas enormes. E é sobre amizade, das antigas quase sem prazo de validade. Mesmo quando já nem se entende o que as mantém vivas.
O título não tem duplo significado, mas Arte e Amizade são praticamente a mesma coisa. Nascem de uma inspiração, mas só existem com consistência e (...)
Cada vez gosto mais do cinema como um espaço de lazer e meditação. E não, eu não pago bilhetes para dormir. Para isso já me basta as infinitas sestas que faço em todos os meios de transporte. Todos.
“Gosto muito de filmes e séries” é uma frase demasiado gasta, e ainda bem, mas leva-nos quase sempre a um cenário caseiro. O filme no sofá, com ou sem segundas intenções, a série para a hora de jantar e outra para depois. Os momentos de consumo são demasiados, mas pouco (...)
“Sempre tive o bichinho…” é uma frase muito ouvida nas artes e na comunicação. Parece que todos nasceram com uma missão de vida que estão a concretizar. É fruta da época em todos os talent shows, mas não só. E quanto mais ouço, mais sei que não tenho bichinho nenhum.
Esta crónica pode ser muito falsamente egocêntrica. Espero eu. Não sinto que seja, mas vou parecer. Tudo para tentar explicar o meu ponto de vista. Explicar a mim próprio, porque é a escrever que me (...)